ESTRATÉGIAS E PLANOS: PROCESSO DE FORMULAÇÃO

Formular estratégias requer coragem de mudar, de ir ao encontro constante de soluções efetivas mediante aos anseios da clientela. A estratégia tem justamente esse poder de envolver os desenvolvedores das políticas e ações públicas, sabendo que a qualidade não é um objetivo fixo e imanente, mas algo provisório e fluído. Por isso, existe sempre a necessidade de adequação, aproximação e de melhorias do que produzimos ao cidadão.
Assim sendo, as estratégias desenvolvidas, muitas delas, partem dos próprios órgãos governamentais, regulatórios, fiscalizadores e fomentadores de critérios a serem cumpridos. Por exemplo, a estratégia de produzir publicidade aos atos imperativos em tempo real, já tem sido, na maior parte das vezes, uma realidade. Isso se tornou possível graças a articulação e a cobrança da sociedade, refletida na exigência e na fiscalização outorgada e abraçada pelos órgãos competentes.
Para a conduta estratégica é justamente esse olhar amplo e analítico sobre todas as variáveis organizacionais, que tem como objetivo tornar as atividades desenvolvidas altamente competitivas, vantajosas, resolutíveis e coerentes. Assim, a municipalidade tem sido amplamente marcada, estrategicamente, até por se tratar de recursos e gastos, pela importância de seu Plano Plurianual – PPA, Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO e Lei Orçamentária Anual – LOA. Essas três leis ordinárias, orçamentárias, autorizativas, tem um papel decisivo sobre a vida dos munícipes.
Infelizmente, em muitos municípios o orçamento participativo ainda não se tornou uma realidade, o que tem trazido grandes problemas as reais necessidades locais. Também deve ser papel da gestão, de seus representantes, garantir que esse cenário mude e que a sociedade seja parceira efetiva e que comungue, em mecanismos estratégicos, junto à administração municipal de suas prioridades e sonhos.