MANIPULAÇÃO ELEITORAL: VÍCIOS E CRIMES

A luta pela conquista do poder é tão incomensurável que certos políticos e partidários são capazes de atos tão mesquinhos que até parece obra de ficção. Nesses casos, não importa a moralidade ou consciência, pois o importante é atingir o objetivo, mesmo que para isso sejam utilizadas as mais vis e imorais formas de se conseguir a vitória nas urnas.
Como ações para concretização dos crimes eleitorais, alguns candidatos praticam a filosofia do medo, da violência, da acusação leviana, da guerra psicológica, tanto para candidatos quanto para eleitores adversários. Não para nisso, diversas outras estratégias (alguns delas de conhecimento popular) nefastas para o sucesso do pleito. Destacamos 06 (seis) pontos. Vejam quais:
1 – A compra de votos em duas modalidades: A primeira é forçar certo eleitor a votar em determinado candidato à troca de um bem ou recurso financeiro, ou simplesmente comprar os documentos do eleitor, impedindo-o de somar votos para o opositor. Em resumo, a corrupção eleitoral ativa e passiva;
2 – Manipulação de instrumentos de pesquisa de intenção de votos e de veículos da imprensa;
3 – Impedir que o eleitor chegue à sessão de votação, principalmente aqueles que residem na zona rural. Para isso, compram-se motoristas, desviam-se eleitores para bebedeiras e outros, causam problemas (ou supõem) em veículos, etc;
4 – Alguns operadores do sistema de voto eletrônico dificultam e impedem a conclusão do voto do eleitor, com destaque para os menos esclarecidos. Em muitos casos a foto do candidato não aparece ou não se chega à conclusão do processo;
5 – Outros subterfúgios são os votos fantasmas (inclusive de indivíduos falecidos), que é visto como forma de fraude, e imposição de ameaça, de violência ou sansão aos votantes;
6 – E a conhecida “boca de urna”, que ocorre no dia de votação. Contra tudo isso, o melhor antídoto é a denúncia!