MODELOS DE GESTÃO: PROCESSOS E FUNÇÕES

Uma organização orientada por processo compreende um agrupamento de todos os seus recursos e fluxos no desenvolvimento das suas operações. Por isso, tal estrutura se torna um grande desafio de gestão e de implementação de estratégias, sob o domínio da capacidade de comando, de seus agentes, de todos os níveis de recursos, para se alcançar a excelência dos negócios.
De forma simples, a “Gestão de Processos é a habilidade de se obter total visibilidade e controle de ponta-a-ponta sobre todas as etapas de uma transação que viaje por múltiplas aplicações, interaja com diversas pessoas, em uma ou mais companhias. A Gestão de Processos amplia o valor dos processos, sejam grandes ou pequenos, estejam inseridos totalmente na empresa ou se estendam para fora dela, não importa quem esteja envolvido” (DUTRA JUNIOR, 2003, p. 02-03).
Em outras palavras, o modelo de processos precisa interagir e integrar as diversas áreas organizacionais para se atingir qualidade e excelência dos serviços e produtos ofertados. Todos participam e colaboram para o sucesso do ‘empreendimento’.
Nesse contexto, técnicas como o TQC, Benchmarking, Just In Time, Stakeholders, Rapid Response System, Brainstorming, SWOT, Breakthrough, Briefing, Balanced Scorecard, Business intelligence, E-learning, ERP, Housekeeping, Outsourcing (entre outras), podem colaborar decisivamente para a promoção dos ciclos PDCA das organizações. De certo modo, essas técnicas podem amparar o modelo funcional que coagiste com o processual.
Uma organização orientada por funções tem suas operações desenvolvidas mediante uma estrutura compartimentada, verticalizada. Os efeitos dessa ação concorrem para uma fragmentação das atividades desenvolvidas, da mesma forma que contribuem, também, para a incompletividade das ações, assim como para a incerteza do alcance dos objetivos traçados.