O AMOR, NO FIM, DÁ AS CARTAS!

Por mais que sejamos forçados a impeli-lo o amor volta, ressurge, renasce em nós, porque somos um campo fértil, extremamente apto e adepto de seus desígnios. Não adianta dizer que sua vida tem sido guiada pelo ódio, pelo rancor, pela injustiça, pela discórdia ou pela ganância. Se formos espinhos do sangue brotará o amor, se formos cruéis um momento o amor insiste em palpitar e condicionarmos.


Ora e os perversos, os insanos, os malfeitores, os endemoniados? Eles também possuem amor, mas em certos instantes tentam encobri-lo pela embriaguez e insanidade condicionada pelas misérias existentes na sociedade.

Existem aqueles que são forçados a praticar o terror, o desamor, as desavenças, mas, em essência, são seres constituídos, quase sempre, pelo amor e no amor. O amor pelo próximo, pelos talentos e habilidades, pela vida, pelo ambiente, pelas coisas, são exemplos clássicos de que por mais que se tente minar esse sentimento nas pessoas, ele continuará a ser a força mais reinante e irradiante da face da terra.

O amor, no fim, dá as cartas, porque é potente, é imperativo, é congênere a identidade ser humano, porque sem amor a vida não se constitui, não acontece. Continuemos a crer no amor, contribuir para que se torne cada vez mais forte, que seus frutos seus mais extensivos.