LUÍS GOMES: NÃO TE DEVO SATISFAÇÕES!

Obscuridade, isolamento, individualismo... A gestão pública de Luís Gomes, que envolve os poderes constituintes do executivo, legislativo e judiciário, ainda não aprendeu e nem é forçada a cumprir a ampla publicização e transparência de atos e responsabilidades.
O diálogo é algo incomum, restrito, impositivo. Não há desejo e nem vontade de aproximação, de relacionamento com o povo. Tudo se resolve nos gabinetes, a sete chaves. À sociedade pouco ou nada é revelado, nem mesmo um posicionamento sobre os problemas que o município vem enfrentando.
O distanciamento é evidente. Se não há recursos, se não há resultados, se não há boas perspectivas, o povo precisa saber e se inteirar sobre a situação que vivemos. O governo local tem uma obrigação política, administrativa e moral de dar satisfação a quem o elegeu.
É preferível se omitir, se distanciar, evitar a mídia e a informação? A falta de transparência é latente, por isso os três poderes são coniventes, pois não obrigam (e pouco fazem), não forçam uma governabilidade mais aberta, democrática e compreensível.
Os problemas aumentam em Luís Gomes. A violência, a crise insustentável de água, a ‘falta’ de recursos para honrar os compromissos, falta de coisas básicas como medicamentos, insumos para as atividades laborais, obras inacabadas... Diante desse quadro, o mínimo que se espera é que a gestão local se posiciona, dialogue, demonstre algum respeito pela população. Mas ocorre o contrário, fechamento, introspecção e desinformação. Talvez seja resultado da qualidade dos votos e da participação política da sociedade, principalmente em termos práticos.
A tática é de despistar, desarticular qualquer movimento antigovernista, qualquer tipo de insurreição. A ideia é minar críticas, argumentos e informações que desfavoreçam a atual gestão pública e jurídica, da não tão pacata e próspera (infelizmente) terra de Luís Gomes.

Precisamos de mais consciência, mais cidadania, mais respeito. Antes de tudo, é preciso amadurecer...