LUÍS GOMES: ALUNOS SEM TRANSPORTE ESCOLAR

Atualmente, Luís Gomes está com as cadeiras de prefeito e vice vazias (vacância), por conta da cassação deferida pelo TSE (10 de março), dos mandatos eletivos de Francisco Tadeu Nunes e Antônia Gomes Abrantes Barbosa.
A causa da anulação dos mandatos se deve a prática dos crimes eleitorais de abuso de poder econômico, abuso de poder político e captação indevida de votos. Sem dúvida, um fato que entra para a história política do município.
A cadeira “presidencial” do município, tão desejada e almejada, está vaga. Pelos trâmites legais, o presidente da Câmara de Vereadores é quem ocupará o cargo até que novas eleições sejam realizadas, num prazo máximo de 90 dias.
Entretanto, a condução do chefe da Câmara de Vereadores ainda não aconteceu e alguns problemas se acumulam e interferem na rotina da comunidade. Dentre eles está a falta de transporte escolar, inviabilizado pela falta de pagamento de combustível. Na ponta dessa questão, os alunos da zona rural são os mais prejudicados pela perda de aulas.  
Até o momento, nenhuma solução foi tomada no sentido de resolver o problema. Um impasse ocorrido por falta de planejamento e previsibilidade da ex-gestão. Se havia a eminência da cassação, que houvesse a prevenção para que serviços básicos como saúde e educação não fossem prejudicados no período de transição de governos.
Nesse momento, o que parece mais viável é a intervenção do legislativo e judiciário no sentido de determinar uma solução até que a gestão executiva seja regularizada, o que demanda tempo para protocolos e burocracias.