CAROS ELEITORES DE LUÍS GOMES/RN

Em uma disputa eleitoral, com a excessiva e delirante vontade de vencer, acontecem coisas que até Deus duvida, coisas quase demoníacas. Terrivelmente, a hipnose pelo poder e pela glória rechaça a harmonia e a concórdia.
Aos nossos olhos, de formas vis, de atitudes ridículas, convivemos com a face mais negra e cruel da política, que é a completa desumanização em nome da conquista ‘soberana’ da gestão pública de Luís Gomes.
Suportamos, quase sempre relapsos e atônitos, muitos de nós, a diversos atos de insensatez, intolerância e violência. Tudo em nome da paz e do “bem maior” para a nossa terra. É pelo “sangue” e pela “força” que vamos transformar a nossa realidade?
É um momento de forte pressão e, em alguns casos, de grande repressão. Muitos estão colocando suas vidas em risco, seja por questões de dignidade, financeira ou de integridade física e psicológica. Mas como quem levado pela adrenalina e fanatismo, não teme a própria sorte.
Estamos cercados de sentinelas, prontas para agir, atacar, em nome da lisura, da ordem, da correção. Será mesmo? Alguns mais parecem “leões de chácara” prontos para enfrentar qualquer situação.
Contudo, não se deve temer a interdição e a qualquer forma de opressão. Nesse momento é importante que votem com convicção, para depois terem a tranquilidade do dever cumprido. Não precisa dizer a verdade sobre o voto para qualquer que seja o candidato (forma de resguardar a liberdade do sufrágio), mas que a verdade seja imperiosa para a sua consciência.
Caros conterrâneos, somos nós em nossa liberdade de escolha e na nossa perspectiva de futuro, que escolheremos os representantes da chefia administrativa do município, escolhas que precisam de critério e de responsabilidade.
Vote em quem quiser, mas que seja com autonomia, com liberdade, com firmeza, com discernimento, com sensatez... Feito assim, Luís Gomes terá orgulho de sua posição, de sua altivez e de sua contribuição!
Assim, pelo voto podemos começar a mudar a nossa história, reafirmar as nossas esperanças, orientar novos caminhos... Cada vez que recuarmos, cada vez que nos curvamos a projetos mesquinhos e inconsequentes, seremos colaboradores e/ou coautores do retrocesso e da decadência de nossa gente e de nossa pátria.