PROJETO EDUCACIONAL: O PODER DAS FÁBULAS

Objetivos: Estimular a criatividade, sensibilidade, curiosidade e imaginação dos alunos; promover o hábito da leitura; estimular a linguagem oral; promover a socialização; desenvolver o pensamento reflexivo e crítico.
Estratégias/atividades: Histórias narradas; teatro de fantoches ou dedoches; brincadeiras de roda; brincadeiras:  casinha, motoca, esconde-esconde, balões, pega-pega, etc.; CD de músicas de vários ritmos; atividades de corpo e movimento, equilíbrio e coordenação; contato com a natureza e seus elementos; brincar com fantasias.

SUGESTÃO DE SEQUÊNCIA DIDÁTICA
Dramatizando fábulas: o teatro de fantoches:
• Atividades em círculo para facilitar a contação de fábulas;
• atividades em duplas na construção do teatro de fantoches;
• imagens de personagens de fábulas para incentivar alunos na reprodução oral das histórias;
• recurso de vídeo para mostrar um teatro de fantoches;
• material reciclável para a produção do cenário e dos fantoches para a encenação das fábulas.

Primeiro Momento:
A proposta inicial é que os alunos estejam sentados, em círculo, para ouvirem a contação de fábulas. O professor escolherá três fábulas para ler em voz alta aos alunos.
Importante: o professor deverá treinar a leitura anteriormente, a fim de caracterizar por meio da voz cada um dos personagens da fábula, assim como poderá utilizar expressões fisionômicas que atraiam o interesse dos alunos. Isso propiciará o contato dos estudantes com o texto dramático.
Seguem algumas sugestões de fábulas que poderão ser contadas pelo professor em sala de aula:
A lebre e a tartaruga (La Fontaine)
A lebre vivia a se gabar de que era o mais veloz de todos os animais. Até o dia em que encontrou a tartaruga.
– Eu tenho certeza de que, se apostarmos uma corrida, serei a vencedora – desafiou a tartaruga.
A lebre caiu na gargalhada.
– Uma corrida? Eu e você? Essa é boa!
– Por acaso você está com medo de perder? – perguntou a tartaruga.
– É mais fácil um leão cacarejar do que eu perder uma corrida para você – respondeu a lebre. No dia seguinte a raposa foi escolhida para ser a juíza da prova. Bastou dar o sinal da largada para a lebre disparar na frente a toda velocidade. A tartaruga não se abalou e continuou na disputa. A lebre estava tão certa da vitória que resolveu tirar uma soneca.
"Se aquela molenga passar na minha frente, é só correr um pouco que eu a ultrapasso" – pensou.
A lebre dormiu tanto que não percebeu quando a tartaruga, em sua marcha vagarosa e constante, passou. Quando acordou, continuou a correr com ares de vencedora. Mas, para sua surpresa, a tartaruga, que não descansara um só minuto, cruzou a linha de chegada em primeiro lugar.
Desse dia em diante, a lebre tornou-se o alvo das chacotas da floresta. Quando dizia que era o animal mais veloz, todos lembravam-na de uma certa tartaruga...
Moral: Quem segue devagar e com constância sempre chega na frente.

A cigarra e as formigas (Esopo)
Num belo dia de inverno as formigas estavam tendo o maior trabalho para secar suas reservas de trigo. Depois de uma chuvarada, os grãos tinham ficado completamente molhados. De repente aparece uma cigarra:
- Por favor, formiguinhas, me deem um pouco de trigo! Estou com uma fome danada, acho que vou morrer.
As formigas pararam de trabalhar, coisa que era contra os princípios delas, e perguntaram:
- Mas por quê? O que você fez durante o verão? Por acaso não se lembrou de guardar comida para o inverno?
- Para falar a verdade, não tive tempo – respondeu a cigarra. – Passei o verão cantando!
- Bom... Se você passou o verão cantando, que tal passar o inverno dançando? – disseram as formigas, e voltaram para o trabalho dando risada.
Moral: Os preguiçosos colhem o que merecem.

O leão e o ratinho (Esopo)
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva. Nisso apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados roeu as cordas e soltou o leão.
Mor al: Uma boa ação ganha outra.
Segundo Momento:
Após a contação de histórias, o professor mostrará aos alunos uma imagem correspondente a cada uma das fábulas lidas e solicitará que os estudantes se organizem em até três grupos para recontar oralmente a história referente ao desenho. Importante: nesse momento, os alunos terão total autonomia para se organizar e recontar a história como quiserem.
O professor explicará aos alunos que a tarefa deles será, em duplas, encenar uma fábula por meio do teatro de fantoches. Para isso, o professor levará para a sala de aula muitas fábulas escritas. O docente poderá consultar sites de busca da internet para sugerir fábulas aos alunos.
Sugestão: http://www.metaforas.com.br/infantis/default.asp . Acesso em 06/08/09.
Antes de dar início à escolha das fábulas, o professor deverá mostrar aos alunos um vídeo com teatro de fantoches para que eles possam entender como acontece esse tipo de encenação. Um recurso legal é utilizar as fábulas encenadas por meio do teatro de fantoches disponibilizadas no site:
http://br.video.clipta.com/As_Fabulas_-_O_Leao_e_o_Rato__v9b23ba2eaf1c499cdae0. Acesso em 06/08/09.
Depois de assistido o vídeo, o professor deverá ressaltar o material utilizado para a construção dos personagens, o cenário, a disposição dos personagens em cena, a própria cena que, nesse caso, contou com a presença do narrador, mas também com a fala dos personagens. Seguidamente à discussão e à composição do teatro de fantoches, os alunos, sentados em duplas, terão um tempo determinado pelo professor para lerem as fábulas (xerox) trazidas pelo docente e trocá-las entre si, já intencionando a escolha da fábula que irão encenar.
Depois de escolhida a fábula, os alunos deverão lê-la tanto em voz silenciosa quanto em voz alta. Duplas diferentes podem escolher a mesma fábula. Então, o professor deverá se atentar à possibilidade de isso acontecer e já estar preparado com, pelo menos, três cópias de cada história. Feito isso, os estudantes organizarão o texto para representar a narrativa por meio de fantoches.
Importante: caso o texto não contenha o discurso direto, o professor deverá auxiliar os alunos a criarem falas para os personagens – uma readaptação –, uma vez que, no texto dramático, a presença do narrador é dispensável, o que não implica, entretanto, em sua ausência.
Decididos os papéis de cada aluno na encenação, estes deverão iniciar o planejamento para a confecção de fantoches. Terão de pensar, em duplas, como construirão seus personagens, o material que utilizarão, o cenário, etc. Enfim, deverão pensar nos preparativos para a execução da encenação teatral. Essa preparação inclui a leitura do texto em casa pelo aluno, conforme decisão da dupla, e a busca por materiais que facilitarão a construção dos fantoches e a encenação. O professor poderá fazer uma parceria com o professor de artes para a realização da atividade.
Terceiro Momento:
Nessa aula, os alunos terão a oportunidade de ensaiar a encenação, testando os fantoches no cenário e organizando suas falas. Importante: o professor, nesse momento, será fundamental para dar direcionamento ao texto teatral, por isso, deverá assistir aos alunos nos ensaios e contribuir com dicas para melhorar a performance dos estudantes.
Quarto Momento:
Chegou o momento de assistir à apresentação das peças pelos alunos.
Atividades complementares:
• Intertextualidade: As relações dialógicas entre as fábulas o leão e o rato, de Esopo, o leão e o ratinho, de Monteiro Lobato, e o leão e o rato, de Millôr Fernandes. Também pode-se explorar a intertextualidade da fábula "A raposa e as uvas" de Esopo e Millôr Fernandes. Esse tipo de atividade favorece o reconto e criação de novas histórias.
• Transversalidade: Ética, Trabalho e Consumo, Pluralidade Cultural. (Em “Os Três Ratos Cegos” é possível explorar o tema “Direitos e Deveres).
• Intersemiose: Pintura, desenho, música.
• Caso o trabalho tenha rendido boas performances, o professor poderá combinar com a direção da escola uma apresentação em outra sala de aula ou noutro espaço para os demais alunos da escola. Os estudantes, com certeza, se sentirão muito motivados a apresentar seu trabalho.
• Livros: Fábulas de Monteiro Lobato; Fábulas de Esopo; Fábulas Inesquecíveis de Roberto Belli, etc.

TEATRO
TEXTO 01 (1º ANO): A FORMIGA E A CIGARRA
A Formiga entra com uma folha. O inverno está chegando tenho que guardar comida o suficiente.
A Cigarra entra cantando (tocar a música). Se ela dança eu danço, se ela dança eu danço falei para o DJ...
Hoje é um belo dia para não fazer nada! Queria tanto descansar... e principalmente ficar sem fazer nada, só curtindo a vida.
O encontro das duas (música Ando devagar, porque já tive pressa e levo este sorriso porque já chorei demais)
Cigarra: Quem é você? Por que está com tanta pressa?
 Formiga: Não sabe o que é uma formiga minha filha? Ave Maria NE! Vou prepara minha despensa, pois o inverno se aproxima e temos que ter estoque para não morrermos de fome. E você já se preveniu?
Cigarra: Eu, eu não. (Toca a música: tô nem aí, tô nem aí).

Joaninha aparece
Joaninha: Bom dia, formiga como vai?
Formiga: Vou bem, mas muito estressada desta vida de trabalho.
E você?
Joaninha: Ah, pois eu amiga já peguei muitos alimentos para não passar necessidade.
Formiga: Tchau!!! Tenho que ir....

O tempo passou, a formiga trabalhou e a cigarra só cantou.
Formiga: Pronto terminei acho que terei um bom inverno.
Barulho de trovão. Muitos personagens bichos correndo procurando se esconder da chuva.
A Cigarra tentou se esconder também, mas todos os lugares já estavam lotados e ninguém queria ela por perto: Ai que frio, vai chover, e eu não guardei comida, não tenho casa e a minha barriguinha está cantando.
Vou a casa da Formiga, ela mesma, ela é minha companheira. Eu cantava enquanto ela trabalhava. Será que ela vai ter coragem de me negar um prato de comida?
(Cigarra bate na porta da casa da Formiga)
Toca a música...abre a porta Mariquinha...eu não abro não… até aí. De tanto a Cigarra insistir, a formiga abre a porta já expulsando. - Ah é você Cigarra, o que você quer hein posso saber?
Cigarra: Sim, posso entrar, por favor?
Formiga: O que você estava fazendo enquanto eu trabalhava, hein?
Você está lembrada, minha querida???
Cigarra responde: Eu estava sim, cantando, dormindo, descansando, me divertindo. Mas estou tão arrependida. Os bichos mudam, né?
Formiga: Pois, cantou agora dance...na chuva.
Mas, a Formiga se lembrou que adorava ouvir as músicas da Cigarra e pensou, pensou e resolveu abrir a porta e a convidá-la para entrar.

MUSICA: terminar com a música ‘A Cigarra e a Formiga”.
A formiguinha
Carrega uma folhinha
A formiguinha
Trabalha sem parar
Ela corre, corre
Carrega o formigueiro
Para no inverno
A formiguinha descansar

Mas a cigarra
descansa o dia inteiro
Pois é preguiçosa e não pensa em trabalhar
Ela canta, canta
E toca o dia inteiro
Ela passa o dia todo de papo pro ar

A formiguinha
Trabalha sem parar
E a cigarra
Só pensando em cantar
Obs.: Pode-se trabalhar outras versões!
Vídeo para explorar: https://www.youtube.com/watch?v=QrIowl4TdTs

TEATRO
TEXTO 02 (1º ANO): A PRINCESA E O CAVALEIRO
Poema rítmico representado para o 1º ano do ensino fundamental (crianças de 7 anos). Esta pequena peça foi sendo ensaiada durante a parte rítmica da aula, realizada diariamente para harmonizar a classe antes de começar os conteúdos do dia. Ajuda a desenvolver a sociabilidade, dicção, atenção, musicalidade etc.
A sequência completa em: https://www.youtube.com/watch?v=-UW1tJIadB8

Lá vai o cavaleiro bem montado em seu corcel.
Galopa bem ligeiro com uma pena no chapéu.
Os vales já desceu e as montanhas já subiu.
Na torre de um castelo a princesa lhe sorriu.
    “Que bom, que bom! Eu sei que ele veio me salvar,
    tirar-me desta torre, onde estava a chorar.
    Aquela feiticeira enfeitiçou-me de verdade:
    prendeu-me nesta torre, sem ter dó nem piedade.
    Querido cavaleiro, que coragem ele tem!
    Saltou o fosso fundo e ao pé do muro vem.
    Soltei-lhe meus cabelos, e por eles vai subindo.
    Quebrou o encantamento, e as portas vão-se abrindo!
    Adeus à feiticeira, meu amado me salvou,
    montou em seu cavalo, na garupa me sentou!”
E lá se vão agora, ele e ela, a galopar.
Com esse cavaleiro a princesa vai casar!

TEATRO
TEXTO 03 (1º ANO): O TOCO DO LÁPIS
Lá, num fundo de gaveta, dois lápis estavam juntos.
Um era novo, bonito, com ponta muito bem feita. Mas o outro – coitadinho! – era triste de se ver. Sua ponta era rombuda, dele só restava um toco, de tanto ser apontado.
O grandão, novinho em folha, olhou para a triste figura do companheiro e chamou:
– Ô, baixinho! Você, aí embaixo! Está me ouvindo?
– Não precisa gritar – respondeu o toco de lápis. – Eu não sou surdo!
– Não é surdo? Ah, ah, ah! Pensei que alguém já tivesse até cortado as suas orelhas, de tanto apontar sua cabeça!
O toquinho de lápis suspirou:
– É mesmo... Até já perdi a conta de quantas vezes eu tive de enfrentar o apontador...
O lápis novo continuou com a gozação:
– Como você está feio e acabado! Deve estar morrendo de inveja de ficar ao meu lado. Veja como eu sou lindo, novinho em folha!
– Estou vendo, estou vendo... Mas, me diga uma coisa: Você sabe o que é uma poesia?
– Poesia? Que negócio é esse?
– Sabe o que é uma carta de amor?
– Amor? Carta? Você ficou louco, toquinho de lápis?
– Fiquei tudo! Louco, alegre, triste, apaixonado! Velho e gasto também. Se assim fiquei, foi porque muito vivi. Fiquei tudo aquilo que aprendi de tanto escrever durante toda a vida. Romance, conto, poesia, narrativa, descrição, composição, teatro, crônica, aventura, tudo! Ah, valeu a pena ter vivido tanto, ter escrito tanta coisa, mesmo tendo de acabar assim, apenas um toco de lápis. E você, lápis novinho em folha: o que é que você aprendeu?
O grandão, que era um lindo lápis preto, ficou vermelho de vergonha...
(Pedro Bandeira)

TEATRO
TEXTO 04 (1º ANO): O LEÃO E O RATINHO
Professor, de acordo com o número de alunos em sala de aula, divida-os em grupos, para que todos possam participar da atividade. Dê a cada grupo o roteiro das falas dos personagens para que leiam e escolham quais personagens gostaria de interpretar. Cada grupo, ao final da aula, poderá apresentar a encenação em 15 minutos.
Apesar de ser o mesmo texto, você perceberá que nenhuma apresentação será idêntica, pois ele despertará a criatividade de seus alunos. Cada grupo ressaltará uma peculiaridade e isso será enriquecedor!
NARRADOR: Era uma vez, numa noite fria de inverno, um Leão que dormia em sua linda cama, bem quentinha e aconchegante.
De repente, um Ratinho entra em sua casa, sobe em sua cama e começa a andar nas costas do Leão. (Um aluno poderá deitar em um colchonete – Leão - e outro aluno – Ratinho -, com as mãos percorre as costas do “Leão”).
NARRADOR: Nesse momento, o Leão acorda, por ter sentido cócegas em suas costas, vê o Ratinho e o segura com sua enorme pata. De repente, abre sua enorme boca e prepara-se para engoli-lo!
LEÃO: (Abre a boca e dá um rugido).
RATO: Desculpe-me, ó rei dos animais! Não era minha intenção acordá-lo. – Gritou o Rato.
Deixe-me ir embora! Prometo não incomodar mais e, quem sabe, um dia, posso retribuir esse favor?
LEÃO: (Coloca as mãos na barriga e dá gargalhadas, rolando no chão de tanto rir).
NARRADOR: O Leão, sendo considerado o rei da selva, acreditava ser impossível que um rato tão pequeno pudesse, um dia, ajudá-lo em alguma coisa.
LEÃO: Pode ir embora, mas nunca mais volte a me importunar!
NARRADOR: Passado certo tempo, o Leão acabou caindo em uma armadilha, colocada de propósito pelos caçadores. Era uma enorme rede presa entre dois troncos de árvores, com cordas extremamente grossas. O Leão não conseguia se mexer embaixo da rede.
CAÇADORES: Vejam, conseguimos pegar o leão... Vamos correndo chamar os nossos amigos para nos ajudar!
NARRADOR: Como por um milagre, o Rato estava passeando pela floresta e encontra o Sr. Leão em apuros. Mais do que depressa, diz ao seu amigo:
RATO: Calma, meu amigo! Vou ajudá-lo!
LEÃO: Depressa! Essa rede está me machucando...
NARRADOR: O Rato roeu rapidamente a rede, roeu as cordas e o Leão se soltou!
RATO: Eu não disse, Sr. Leão? Um dia eu poderia ajudá-lo?
LEÃO: Pois é, meu amigo! Nunca imaginei que, um dia, um ratinho tão pequeno pudesse me salvar!
CAÇADORES: Ao voltar para o local onde o Leão estava preso, ficam surpresos! E comentam entre eles: “-Como o leão conseguiu escapar?” “- O que deve ter acontecido?
NARRADOR: Até hoje, os caçadores quebram a cabeça para tentar descobrir o que deve ter acontecido na floresta...

E, até hoje, o Leão e o Rato são os melhores amigos que alguém poderia imaginar ter!

REFERÊNCIAS
http://oficinadeteatro.com/
http://www.metaforas.com.br/infantis/default.asp
https://www.youtube.com/watch?v=XT17aXSBcTY
https://www.youtube.com/watch?v=HyvOCoie1gc
https://www.youtube.com/watch?v=HRxCDOX0Dbo
https://www.youtube.com/watch?v=M-BBLeasYY4
https://www.youtube.com/watch?v=GMNopACAMus
www.docplayer.com.br/7494621-Projeto-magia-das-historias-infantis.html
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/gestao/linguagem-oral-escrita-428161.shtml
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/gestao/feira-livro-428191.shtml  
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/alfabetizacao-inicial/eu-prefiro-boneca-423396.shtml
https://www.youtube.com/watch?v=bsPk12Dj7NQ
http://educadoraarletevidal.blogspot.com.br/2011/08/plano-de-aula-tema-variacoes.html
http://professorarozelia.blogspot.com.br/2011/03/textos-para-trabalhar-variacao.html
http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/colet_m1.pdf
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=18576
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22430
https://contosdocovil.wordpress.com/2008/05/13/contos-de-edgar-allan-poe/
http://renascer-da-arte.blogspot.com.br/2009/04/os-varios-tipos-de-teatro.html
https://acervodigital.unesp.br/bitstream/123456789/40522/1/01d18t07.pdf
http://www.rea.net.br/educarede/2013/05/21/montando-um-espetaculo-de-teatro-na-escola/
https://arfn10.blogspot.com.br/2011/04/o-poder-construtivo-do-prefixo-inter-e.html
http://professorajuce.blogspot.com.br/2015/01/projeto-cantiga-de-roda.html
https://rodrigoeducar.wordpress.com/2013/05/10/textos-para-o-momento-leitura-deleite/
http://anais.anpuh.org/wp-content/uploads/mp/pdf/ANPUH.S23.0477.pdf